quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Atenção, grávidas! O Papa Francisco tem um pedido para vocês


"Cuida da tua alegria... Esta criança merece a tua alegria"

“A cada mulher grávida, quero pedir afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Esta criança merece a tua alegria.
Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo.
Ocupa-te daquilo que é preciso fazer ou preparar, mas sem obsessões, e louva como Maria: “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da sua serva “ (Lc 1, 46-48).
Vive, com sereno entusiasmo, no meio dos teus incômodos e pede ao Senhor que guarde a tua alegria para poderes transmiti-la ao teu filho.”
(Ponto 171 da Exortação Apostólica Amoris Laetitia)

Liturgia Diária - 17ª Semana do Tempo Comum



Primeira Leitura (Êx 40,16-21.34-38)
Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, 16Moisés fez tudo o que o Senhor lhe havia ordenado. 17No primeiro mês do segundo ano, no primeiro dia do mês, o santuário foi levantado. 18Moisés levantou o santuário, colocou as bases e as tábuas, assentou as vigas e ergueu as colunas. 19Estendeu a tenda sobre o santuário, pondo em cima a cobertura da tenda, como o Senhor lhe havia mandado. 20Depois, tomando o documento da aliança, depositou-o dentro da arca e colocou sobre ela o propiciatório. 21E, introduzindo a arca no santuário, pendurou diante dela o véu de proteção, como o Senhor tinha prescrito a Moisés.
34Então a nuvem cobriu a Tenda da Reunião e a glória do Senhor encheu o santuário. 35Moisés não podia entrar na Tenda da Reunião, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor tomava todo o santuário.
36Em todas as etapas da viagem, sempre que a nuvem se elevava de cima do santuário, os filhos de Israel punham-se a caminho; 37e nunca partiam antes que a nuvem se levantasse. 38Pois, de dia, a nuvem do Senhor repousava sobre o santuário, e de noite aparecia sobre ela um fogo, que todos os filhos de Israel viam, em todas as suas etapas.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo
Responsório (Sl 83)
— Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!
— Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!
— Minha alma desfalece de saudades e anseia pelos átrios do Senhor! Meu coração e minha carne rejubilam e exultam de alegria no Deus vivo!
— Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, e a andorinha ali prepara o seu ninho, para nele seus filhotes colocar; vossos altares, ó Senhor Deus do universo! Vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor!
— Felizes os que habitam em vossa casa; para sempre haverão de vos louvar! Felizes os que em vós têm sua força, caminharão com um ardor sempre crescente.
— Na verdade, um só dia em vosso templo vale mais do que milhares fora dele! Prefiro estar no limiar de vossa casa, a hospedar-me na mansão dos pecadores!

Evangelho (Mt 13,44-46)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47“O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.
49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. 51Compreendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”.
52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Papa confia Charlie Gard ao Pai celeste

Confio ao Pai o pequeno Charlie e rezo pelos seus pais e as pessoas que o amaram” – Este o tweet lançado pelo Papa Francisco ao fim da tarde de sexta-feira, 28, depois da notícia da morte do bebé inglês.
A nossa esplêndida criança já se foi. Sentimo-nos realmente orgulhosos de Charlie” – foi com estas palavras que  Connie Yates e Chris Gard anunciaram ontem a morte do seu filho de 11 meses, depois da transferência – por decisão do Supremo Tribunal de Londres – a um hospício, onde lhe foi interrompida a respiração artificial que o mantinha em vida.
Charlie que sofria de uma doença genética rara, morreu depois de uma longa batalha legal dos pais, que queriam curá-lo graças a terapias experimentais nos Estados Unidos, não obstante a oposição do Hospital pediátrico de Londres – Great Ormond Street Hospital – onde estava internado e da justiça britânica.
Milhares de orações e declarações de afeição, estão a chegar aos pais de Charlie através dos novos meios de comunicação social e, devido ao excesso de tráfico não se pode aceder ao sítio web, onde se conta a dramática e dolorosa vicissitude de Charlie. Vicissitude que o Papa Francisco acompanhou e pelo qual rezou sempre.
Em declarações à Rádio Vaticano, D. Vincenzo Paglia, Presidente da Academia Pontifícia pela Vida, sublinhou a imensidão do amor de Deus que "nunca desliga a ficha”.  Esta vicissitude nos leva a “promover uma cultura de acompanhamento” e a “dizer três grandes nãos: à eutanásia, ao abandono e ao “obstinação  terapeutica”. Para o bispo, devemos ser, pelo contrário, favoráveis a “grandes sim” como o “acompanhamento, o progresso da ciência e o sim à terapia da dor.
Em Londres, o Cardeal Vincent Nichols, arcebispo de Westminster e Presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales, declarou-se profundamente triste pela morte do pequeno Charlie, apresentou as condolências aos pais e assegurou-lhes a oração de toda a comunidade católica. O Cardeal Nichols referiu-se também ao pessoal do Hospital Pediátrico em que Charlie estava internado, hospital que disse ter visitado recentemente e onde – afirmou – os pequenos pacientes são tratados com grande profissionalismo.
(DA)

 
 Fonte: http://pt.radiovaticana.va

Há cem anos atrás, a Carta de Bento XV contra o "massacre inútil”

 
“Poucas afirmações extraídas de documentos pontifícios tiveram tão grande influência histórica como a que foi escrita por Bento XV em 1º de agosto de 1917, quando, passados três anos da deflagração da I Guerra Mundial, lançou um apelo aos ‘chefes dos povos beligerantes’ a dar fim a um conflito cruento que todos os dias se mostrava cada vez mais ‘como um massacre inútil’".
É o que escreve o presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), Cardeal Gualtiero Bassetti, num editorial para o jornal vaticano “L’Osservatore Romano” de 31 de julho – 1º de agosto.
Advertência de grande importância moral e política
“Ainda hoje, à distância de cem anos, aquelas palavras ressoam, não somente no discurso público, mas na consciência profunda de toda pessoa, como uma advertência de grande importância moral e política”, afirma o arcebispo de Perugia.
Naquela carta “o Papa pedia de modo contundente uma ‘paz justa e duradoura’ que pudesse sedimentar-se – graças aos mais importantes instrumentos da época: o pedido de um arbítrio internacional, a restituição recíproca de alguns territórios e a necessidade imperiosa de um desarmamento”.
Palavras de Bento XV revelaram-se proféticas
Embora as suas palavras não tenham mudado o rumo do conflito mundial, mesmo assim “revelaram-se proféticas”, sobretudo pelo seu “duríssimo juízo sobre a guerra”, acrescenta.
“A evocação de ‘um massacre inútil’ tornou-se a partir daquele momento uma espécie de grito de dor pela guerra moderna e todo tipo de atroz morte de massa provocada pela modernidade niilista. E não casualmente, o Papa Francisco a evocou por ocasião do G20 para denunciar os massacres inúteis de migrantes no Mediterrâneo” – observa o Cardeal Bassetti.
Início da elaboração de uma nova teologia da paz
O presidente dos bispos italianos afirma ainda que as palavras de Bento XV com a denúncia da guerra qual “massacre inútil” marcam “o início da elaboração de uma nova teologia da paz”.
Uma nova teologia da paz que não se fundamenta baseada em vagos propósitos ideais, mas indiscutíveis princípios evangélicos: a justiça, a caridade e a dignidade da pessoa humana.
Jamais como hoje essa teologia da paz “deve ser defendida daqueles que, de modo vil e mesquinho, perpetram brutais actos terroristas contra a humanidade inocente” e “de quem provoca as guerras por uma vontade de poder, de conquista e por interesses económicos”.
Força moral do direito na busca da paz
“Buscar a paz não é o produto de uma civilização decadente com uma identidade frágil – pondera ele –, é exactamente o contrário. Buscar a paz é um exercício heróico, que requer um esforço enorme, incessante, diário, e que requer uma força diferente da força militar: é a força da fé; a força do diálogo; e, como escrevia Bento XV, a ‘força moral do direito’.”
“Portanto, este é o tempo de defender o compromisso em prol da paz com coragem, determinação e mansuetude. Buscando dar-lhe também novos significados e uma linguagem renovada. Com um único grande objectivo: superar todos massacres inúteis do mundo actual”, conclui o presidente da Conferência Episcopal Italiana. (BS/RL/Sir)
 

Papa Francisco: carta aos jovens brasileiros

 
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco enviou uma carta aos jovens brasileiros por ocasião do encerramento do “Projecto Rota 300”, que se concluiu neste sábado, dia 29 de Julho com uma grande festa no Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, na cidade de S. Paulo, no Brasil.
Queridos jovens, escreve Francisco na missiva,
saúdo afectuosamente todos vós, jovens do Brasil, reunidos em Aparecida para o encerramento do “Projecto Rota 300”, nesse Ano Mariano que comemora os 300 anos do descobrimento da imagem de Nossa Senhora nas águas do Rio Paraíba do Sul.
Para tal ocasião, gostaria de ressaltar um aspecto da Mensagem que vos escrevi este ano, para a XXXII Jornada Mundial da Juventude: a Virgem Maria é um precioso exemplo para a juventude e um auxílio na caminhada pela estrada da vida. Para que vocês possam perceber esta verdade, não são necessárias grandes reflexões; basta contemplar a imagem da Mãe Aparecida, durante a peregrinação que farão no seu Santuário Nacional. Eu mesmo fiz essa experiência, quando aí estive em 2007, por ocasião da V Conferência do Episcopado Latino-americano e, depois em 2013, durante a JMJ no Rio de Janeiro.
Pude ali descobrir, observa ainda Francisco, no olhar terno e maternal da Virgem morena e nos olhos da gente simples que a contemplava, o segredo da esperança que move o povo brasileiro a enfrentar com fé e coragem os desafios de cada dia. Pude também contemplar a força revolucionária de uma Mãe carinhosa que move o coração dos seus filhos a saírem de si mesmos com grande ímpeto missionário, como aliás vocês fizeram durante a semana missionária, que acabam de concluir no Vale do Paraíba. Parabéns por este testemunho!
Caros amigos, disse o Santo Padre, no meio das incertezas e inseguranças de cada dia, da precariedade que as situações de injustiça criam ao vosso redor, tenham sempre uma certeza: Maria é um sinal de esperança que vos animará com um grande impulso missionário. Ela conhece os desafios que estais vivendo. Com a sua atenção e acompanhamento materno, vos fará perceber que não estais sozinhos.
Nesse sentido, acrescenta o Pontífice, vale a pena recordar a história daqueles pescadores pobres, que depois de uma pesca sem grandes resultados, no rio Paraíba do Sul, lançaram mais uma vez as suas redes e foram surpreendidos com uma imagem partida de Nossa Senhora, coberta de lama. Primeiro acharam o corpo, logo em seguida a cabeça.
E tal como comentei aos Bispos brasileiros em 2013, disse ainda Francisco, o facto traz em si um simbolismo muito significativo: aquilo que estava dividido, volta à unidade, como o coração daqueles pescadores, como o próprio Brasil colonial, dividido pela escravidão, que encontra a sua unidade na fé que aquela imagem negra de Nossa Senhora inspirava (cf. Discurso aos Bispos do Brasil, 27/7/2013).
Por isso, observa o Papa, convido-vos também a deixarem que os vossos corações sejam transformados pelo encontro com Nossa Mãe Aparecida. Que Ela transforme as “redes” da vossa vida – redes de amigos, redes socias, redes materiais e virtuais -realidades que tantas vezes se encontram dividas, em algo mais significativo: que se convertam numa comunidade! Comunidades missionárias “em saída”! Comunidades que são luz e fermento de uma sociedade mais justa e fraterna.
Assim, integrados nas vossas comunidades, não tenhais medo de arriscar e de se comprometer na construção de uma nova sociedade, permeando com a força do Evangelho os ambientes sociais, políticos, económicos e universitários! Não tenham medo de lutar contra a corrupção e não se deixem seduzir por ela! Confiantes no Senhor, cuja presença é fonte de vida em abundância, e sob o manto de Maria, vós podeis redescobrir a criatividade e a força para serem protagonistas de uma cultura de aliança e assim gerar novos paradigmas que venham a pautar a vida do Brasil (cf. Mensagem à Assembleia do CELAM, 8/5/2017).
Possa o Senhor, pela intercessão da Virgem Aparecida, renovar em cada um de vós, a esperança e o espírito missionário. Vós sois a esperança do Brasil e do mundo. E a novidade de que sois portadores, já começa a construir-se hoje.
Que Nossa Senhora, que na sua juventude soube abraçar com coragem o chamamento de Deus na sua vida e sair ao encontro dos mais necessitados, possa estar em frente na vossa caminhada, guiando-vos em todos os vossos caminhos! E para tal, envio à cada um, assim como também aos vossos familiares e amigos, a Bênção Apostólica, pedindo que, por favor, não deixem de rezar também por mim, concluiu dizendo o Papa Francisco.
 

Liturgia Diária - 17ª Semana do Tempo Comum



Primeira Leitura (Êx 34,29-35)
Leitura do Livro do Êxodo.
29Quando Moisés desceu da montanha do Sinai, trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança, não sabia que a pele de seu rosto resplandecia por ter falado com o Senhor. 30Aarão e os filhos de Israel, vendo o rosto de Moisés resplandecente, tiveram medo de se aproximar.
31Então Moisés os chamou, e tanto Aarão como os chefes da Comunidade foram para junto dele. E, depois que lhes falou, 32todos os filhos de Israel também se aproximaram dele, e Moisés transmitiu-lhes todas as ordens que tinha recebido do Senhor no monte Sinai.
33Quando Moisés acabou de lhes falar, cobriu o rosto com um véu. 34Todas as vezes que Moisés se apresentava ao Senhor, para falar com ele, retirava o véu, até a hora de sair; depois saía e dizia aos filhos de Israel tudo o que lhe tinha sido ordenado.
35E eles viam a pele do rosto de Moisés resplandecer; mas ele voltava a cobrir o rosto com o véu, até o momento que entrava para falar com o Senhor.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo
Responsório (Sl 98)
— Santo é o Senhor nosso Deus.
— Santo é o Senhor nosso Deus.
— Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seus pés, pois é santo o Senhor nosso Deus!
— Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. E também Samuel invocava seu nome, e ele mesmo, o Senhor, os ouvia.
— Da coluna de nuvem falava com eles. E guardavam a lei e os preceitos divinos, que o Senhor nosso Deus tinha dado.
— Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seu monte, pois é santo o Senhor nosso Deus!

Evangelho (Mt 13,44-46)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44“O Reino do Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo.
45O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Liturgia Diária - 17ª Semana do Tempo Comum


Primeira Leitura (Êx 33,7-11;34,5b-9.28)
Leitura do Livro do Êxodo.
Naqueles dias, 7Moisés levantou a tenda e armou-a longe, fora do acampamento, e deu-lhe o nome de Tenda da Reunião. Assim, todo aquele que quisesse consultar o Senhor, saía pra a Tenda da Reunião, que estava fora do acampamento. 8Quando Moisés se dirigia para lá, o povo se levantava e ficava de pé à entrada da própria tenda, seguindo Moisés com os olhos até ele entrar. 9Logo que Moisés entrava na Tenda, a coluna de nuvem baixava e ficava parada à entrada, enquanto o Senhor falava com Moisés. 10Ao ver a coluna de nuvem parada à entrada da Tenda, todo o povo se levantava e cada um se prostrava à entrada da própria tenda. 11O Senhor falava com Moisés face a face, como um homem fala com seu amigo. Depois, Moisés voltava para o acampamento, mas o seu jovem ajudante, Josué, o filho de Nun, não se afastava do interior da Tenda.
34,5bMoisés permaneceu diante de Deus invocando o nome do Senhor. 6O Senhor passou diante de Moisés, proclamando: “O Senhor, o Senhor, Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel, 7que conserva a misericórdia por mil gerações, e perdoa culpas, rebeldias e pecados, mas não deixa nada impune, pois castiga a culpa dos pais nos filhos e netos, até à terceira e quarta geração!” 8Imediatamente, Moisés curvou-se até o chão 9e, prostrado por terra, disse: “Senhor, se é verdade que gozo de teu favor, peço-te, caminha conosco; embora este seja um povo de cabeça dura, perdoa nossas culpas e nossos pecados e acolhe-nos como propriedade tua”. 28Moisés esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo
Responsório (Sl102)
— O Senhor é indulgente, é favorável.
— O Senhor é indulgente, é favorável.
— O Senhor realiza obras de justiça e garante o direito aos oprimidos; revelou os seus caminhos a Moisés, e aos filhos de Israel, seus grandes feitos.
— O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu rancor. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas. Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor aos que o temem;
— quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. Como um pai se compadece de seus filhos, o Senhor tem compaixão dos que o temem.

Evangelho (Mt 13,36-43)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 36Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!” 37Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. 40Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41O Filho do Homem enviará os seus anjos e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42e depois os lançarão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. 43Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.